Em 490 a.C., um grego chamado Fidípedes ficou famoso
Ao percorrer os 240 quilômetros que separam as cidades
De Atenas e Esparta em apenas dois dias. Dá para imaginar
A velocidade e a resistência de mensageiros como ele,
Tão comuns naquele tempo ?
Nessa mesma época havia outros meios de agilizar
A comunicação. Na Pérsia, as cartas reais eram transportadas
A cavalo. Nas estradas existiam posoto constuídos
Especialmente para servir de abrigo aos cavaleiros,
Que enfrentavam longos percursos.
No século XVI, o Cabo da Boa Esperança, ao sul do continente
Africano, era parada obrigatória dos portugueses que buscavam
O caminho para Índias. Ali, os que começavam a viagem
deixavam mensagens aos que voltavam para a Europa.
Colocavam as cartas perto de uma grande pedra visível no mar,
Escrevendo na rocha o nome da embarcação que deveria pegar
As correspondências.
A velocidade das comunicações começou a aumentar mesmo
No século XIX, com a invenção da locomotiva a vapor
E do telégrafo. O resto da história você já conhece:
Telefone, rádio, avião. TV, sátelite, internet, fibra óptica...
O mensageiro Fidípedes também conhecido por percorrer o trajeto entre cidade de Maratona e Atenas para informar sobre a vitória dos gregos contra os persas. Provavelmente, o evento deu o nome às autais corridas de marratona. No século XVI, os portugueses iam até as Índias buscar especiarias que como remédio e conservante de alimentos.
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Aonde os artistas são espectadores.
Arte
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